senso e rigor


SENSO E RIGOR

Gestão e Administração de Condomínios, Lda

Nas últimas décadas, a propriedade horizontal generalizou-se e literalmente todos nós passámos, de um modo ou outro, a contactar com as questões que decorrem da existência de condomínios.

Gerir um condomínio é uma actividade composta por um conjunto de tarefas absolutamente banais e facilitada pelo facto de as partes envolvidas serem, as partes interessadas, directamente.

Todavia, sabemos que não é assim. Gerir um condomínio transformou-se numa tarefa extremamente complexa que é agravada pela generalização de uma cultura de incúria e pelo apoucamento de princípios elementares da vida em sociedade, do civismo.

Por mais que uma certa industrialização da actividade nos pretenda fazer crer que são necessárias competências únicas especiais para gerir condomínios – nada poderia estar mais distante da realidade. Gerir condomínios requer bom senso, na abordagem das situações e nas escolhas que há que fazer constantemente e rigor, na execução, na responsabilidade e no acompanhamento das questões.

Cada vez com mais frequência nos chegam histórias, algumas arrepiantes, do que é o panorama da gestão (ou não) de condomínios em Portugal. As ausências, a irresponsabilidade, o desconhecimento da legislação, o facilitismo, as decisões sobre o joelho, conduziram milhares e milhares de portugueses a situações de desesperantes, de lesa-património. Com uma degradação constante e uma desvalorização continuada.

Fazer a boa escolha no panorama da prestação de serviços de administração de condomínios é o primeiro passo, mas pode também ser o derradeiro.

Temos um ferramental de experiências de gestão, de pessoas, situações e equipamentos e temos as competências necessárias e suficientes. A nosso proposta de valor? Senso e Rigor. Vamos ter uma conversa séria?



...é certo que nem sempre é realista a utilização dos mecanismos previstos na lei para proteger os interesses e o património dos condóminos, mas choca a atitude de descaso que leva as pessoas a alhearem-se da solução dos problemas desinvestindo realmente dum património que continua a ser seu.

É decerto uma questão cultural. Preferimos sempre a obra nova, à manutenção, ao cuidado e ao zelo. Muito para lá das obrigações legais que são reais, as pessoas parecem desmerecer sempre a conservação, o seguimento dos trabalhos, o bom funcionamento dos equipamentos. Reconhecidas as situações, para além já do aceitável, pasmam perante a sua dimensão e custo associado.

Carlos Sampaio     

eng.civil, dez anos de direcção de obras, projecto e fiscalização.


A situação actual na propriedade horizontal é um reflexo perfeito da sociedade e do país. Na ausência de valores básicos de civilidade, os contactos são evitados até ao limite, as responsabilidades individuais estranham-se, as colectivas apoucam-se e o património comum degrada-se. Num mercado agora muito mais selectivo as pessoas continuam a ignorar o quanto esta situação tira competitividade e desvaloriza os seus condomínios.

José Garrido       

mba, marketing, gestão turística, coach.